5/17/2017

De Madrid com amor

Sou a maior fã do que é português mas felizmente o mundo é enorme e ao mesmo tempo está tudo aqui tão perto.
Descobri por acaso esta marca e apaixonei-me.
De Madrid. De coração. De uma mãe. De perder a cabeça.
Este conjunto é um dos escolhidos para a Leonor. Amei vê-la de preto que não vestia desde bebé.
Com qualidade e um gosto que é a nossa cara e principalmente a dela.
Depois mostro um vestido e uma outra blusa mas sigam entretanto a Tenderine Shop que vale muito a pena.

5/14/2017

Eles tomam conta de nós.

Tomam conta do nosso corpo. 
Durante 9 meses roubam tudo o que há para roubar. A energia as defesas a imunidade as forças. Às vezes roubam alguma da nossa beleza. Dão-nos quilos má pele cara inchada pés gordinhos. 
Há quem diga que ficamos com um brilho. Eu digo que é o mínimo....
Tomam conta das nossas hormonas do nosso feitio e do nosso equilíbrio. Choramos mais queixamo-nos mais agradecemos mais e andamos aos papéis felizes e contentes e tristes e parvas de alegres sempre à beira de um precipício difícil de admitir. 
Tomam conta do nosso tempo logo no primeiro segundo de vida com um poder que só um bebé tem. Passa a ser deles e parece-me que só muito mais tarde o recuperamos. 
Tomam conta das horas e do descanso e do sono e das sestas (!!!) e dos filmes e das séries e do cinema e dos fins de semana e dos livros e do pura e simplesmente não fazer absolutamente nada de nada. 
Tomam conta da casa e da sala e da decoração e dos sofás bejes e das paredes brancas dos talheres de plástico e dos copos e da nossa cama e do nosso quarto.
Tomam conta da casa de banho.  
Tomam conta da televisão. Do comando. Do telemóvel. Dos planos. 
Tomam conta do nosso gosto e do nosso estilo e do carro que agora é monovolume e do rádio do carro e do tapa sol do carro que é das princesas e da mochila que o pai carrega que é do Panda (já vi pior).
Tomam conta das férias e da cerveja ao final do dia da praia deserta da ressaca das noites sem fim.
Tomam conta das conversas. Dos momentos a dois. Dos momentos a sós. Dos momentos.
Tomam conta da paciência da sanidade do discernimento e da emoção. 
Nos primeiros anos os filhos tomam conta de tudo. 
A vida gira à sua volta mesmo que sejamos daqueles pais que dizem que "fazemos tudo à mesma". 
O nosso mundo é o deles.
Há dias em que este ataque imprevisto à nossa vida nos parece absolutamente infinito e injusto e queremos um tempo. Um intervalo. Respirar fundo.
Mas depois, nesses dias em que somos capazes de relembrar como era a vida antes deles e suspirar, sabemos que não há quem melhor tome conta de nós. 
E do nosso coração. 
Obrigada aos meus filhos. 
A minha vida, é vossa. Tomem bem conta dela. 
E eu prometo tomar sempre bem conta de vocês. 

5/06/2017

Mãe.

Tem formas diferentes este amor.
Há quem o carregue durante 9 meses (ou quase) e há quem o encontre de outra maneira mas começa a partir do momento em que o sentimos. No nosso coração. 
É um amor como nada igual. Que apesar de tanta coisa que sofre, nunca diminui, só aumenta. Todos os dias. 
É um amor que se torna maior, mais forte e por esse amor compreendemos, aceitamos, aguentamos. Sorrimos.
Carregamos na barriga, às costas, aos ombros, no colo.
Limpamos as feridas, as lágrimas, as dores.
Movemos montanhas, derrubamos muros, levamos o mundo à frente se for preciso. Não olhamos a meios, ficamos cegas, intolerantes, inamovíveis, inabaláveis.
Choramos, desesperamos, desanimamos e arranjamos forças onde nem sabemos porque é o amor que vale a pena e que está lá, do dia um e até sempre. 
Tudo pode acontecer à sua volta, à volta desse amor que nem nos interessa, está lá, sempre.
Sobrevive ao cansaço, às hormonas, aos desequilíbrios, às faltas, às perdas.
E é um amor tão simples, tão puro. Que se alimenta de pequeninas e enormes coisas que o fazem agigantar-se em segundos mesmo depois das tempestades. É um amor que não precisa de muito. Está lá. Na sua mais pura forma, em todo o seu instinto, nos gestos, nas palavras, nos silêncios, nos beijinhos de boa noite e de bom dia, nos abraços.
É um amor insubstituível, único. Que não vê por fora, que não lhe interessa nada para além da alma.
É um amor sem descrição.
É um amor vibrante, histérico, exagerado. Que nos faz sorrir como nada, que nos aconchega e nos chega em absoluto.
Ser mãe é ser gigante em nós, chegar tão longe quanto podemos, conseguir o que nunca imaginaríamos conseguir, superarmos as nossas fraquezas e encontrarmos o nosso melhor neles. Nos filhos.
E sorrir, todos os dias, por eles.

5/04/2017

Os nossos finais de dia.



Sempre soube que não ia ser uma mãe perfeita ou chegar aos calcanhares da minha mas pintava um cenário ideal. Sem nódoas, sem birras, sem choros.
Mas a realidade é tão mais dura como também melhor.  O meu amor é muito maior do que imaginei e eles são mesmo o mais importante da minha vida.
Baby Dove esteve lá em casa para vos mostrar um pouco dos nossos dias, as nossas rotinas e a forma como acredito que a perfeição não existe e que as mães estão longe de ser perfeitas mas tentam todos os dias o seu melhor e é isso que as faz serem mães reais.
Baby Dove é a linha que abraça esta nossa imperfeição e a nossa individualidade como mães. Os produtos são ideais para as rotinas dos dias com duas gamas distintas: peles sensíveis e normais e eu estou apaixonada pelo cheiro. Adoro o sabonete - imagem de marca da Dove - o gel head to toe que é perfeito para levar em viagem e o champô  que deixa um cheiro maravilhoso até ao dia seguinte.
Espero que gostem do vídeo e adorava saber como são as vossas rotinas por aí.

Obrigada  Baby Dove pela recordação maravilhosa.

5/01/2017

Passatempo Dia da Mãe - We Love Âmbar

O Dia da Mãe está a chegar e a We Love Âmbar tem para oferecer um kit mãe e filha perfeito para comemorar este dia.
Para o receberem basta gostarem da sua página e da A Mãe já vai e fazer um tag no facebook a duas amigas.
Boa sorte!
O passatempo dura até dia 5 e o resultado será sorteado por random.org.

4/19/2017

Esquecer-me de mim é esquecer-me deles também

Não sou a pessoa mais confiante do mundo. Seja lá por que razão for. A forma como cresci, como me vejo, o meu percurso, o caminho que tenho feito. Tudo e mais alguma coisa.

Às vezes acredito pouco em mim e depois consigo e isso é a pior imagem que posso passar aos meus filhos. Tento todos os dias chegar lá, só mais um bocadinho, para que me vejam como exemplo. Quero que olhem para mim e me achem forte, apesar de saber que nem sempre sou, que me vejam segura, apesar dos meus medos, que me vejam invencível, apesar das minhas fragilidades.
Tento todos os dias que a mensagem seja positiva. Que comece de dentro, que se transmita por fora, que me vejam mais vezes a sorrir. Muito mais vezes a sorrir. E acho que vêem.

Na Secret Beauty toda a gente é profissional,
todos os métodos certificados,
todas as máquinas
de categoria acima da média
mas o melhor mesmo mesmo são as pessoas.

Desde que sou mãe que tenho obviamente menos tempo para mim. Se no meu armário os sapatos eram de salto alto hoje são ténis, se saía completamente arranjada e cabelo arranjado e tudo arranjado hoje tento sair sem nódoas e já fico feliz. Tinha mais tempo para mim, para me dedicar a dietas quando precisava de perder peso, para apanhar um bocadinho de sol se estava com má cara.
Há quem consiga tudo isto e mais um par de botas mas eu ainda não estou nesse ponto. E não me importo, é como é e sei que vou colher frutos mais tarde e com mais um bocadinho de rugas.

Mas a verdade é que sinto falta dos bocadinhos que tinha, quando ia para a sala com um kit de vernizes e passava horas a arranjar as mãos, agora são horas a dobrar roupa... Parece deprimente eu sei. Mas é passageiro.

Desde que comecei a tratar mais um bocadinho de mim que me tenho lembrado desse sentimento de cuidar de mim.

A primeira coisa que queria fazer era depilação definitiva, por inúmeras razões mas acima de tudo pelo tempo que se perde, a obrigação de ter que planear a praia ou um vestido e não poder ir ou usar só porque sim.
Consultei preços e lugares e escolhi a Secret Beauty por terem um método seguro e bom para o meu tipo de pele.

Conversa puxa conversa e acabaram por me avaliar e concluir o que o espelho me diz:  preciso de perder algum peso, nada de mais mas que custa, celulite, perder volume, combater a retenção de líquidos e recuperar o corpo de três maravilhosas e longas gravidezes.
Sugeriram-me o LPG e explicaram-me as maravilhas deste tratamento. É uma lipomassagem capaz de tratar da pele casca de laranja com resultados praticamente imediatos. O corpo é modelado de acordo com as nossas necessidades - eu por exemplo coxas e flancos - a pele fica mais lisa e o volume diminui bastante em poucas sessões.
Fiz 5 sessões e já vejo muita diferença. Estou a adorar e mesmo que a maior parte das vezes a Luísa venha atrás é um compromisso com que fico feliz. Tomo conta dela e ao mesmo tempo de mim. Saio de lá com as calças mais largas e isso é maravilhoso.

Quanto à depilação só fiz uma sessão mas já tenho muito menos pêlos e não me doeu absolutamente nada. Recomendo.

Bem, mas isto não podia ser só eu eu eu. E por isso e para o dia da mãe vamos oferecer um tratamento - surpresa! - e por isso vão seguindo as páginas para não perderem esta oportunidade e ficarem top para o verão.

No Facebook aqui -
E no Instagram.

4/05/2017

Para levar

Sair de casa com bebés e sem horários faz adivinhar duas coisas. Sonos trocados e levar tudo atrás. 
A Luísa ainda mama e para além disso é menina de muito alimento. 
Adora tudo. Nunca recusou nada do que lhe faço e isso para mim é uma absoluta novidade. Não estou habituada. A Leonor comia mal e o Zé Maria q.b. 
Por isso um fim de semana fora sem ter que cozinhar significa levar de casa. 
A fruta cozida dura pelo menos 3 dias no frigorífico e dá para congelar por isso é óptimo para fazer e levar e depois alternar com peças de fruta que a Luísa já come à mão. 
Para onde vamos há cozinha mas o ideal é mesmo levar de casa pelo menos a base. As sopas vão com certeza congeladas até ao Algarve e mantidas no frigorífico e a carne ou peixe podemos cozinhar na hora ou levar congelada para descongelar lá também. 
Por isso aqui ficam duas formas muito simples de facilitar a vida durante o fim de semana, seja ele fora ou dentro. 


Juntei uma papaia e duas bananas na Yammi com duas medidas de água. Esteve 19 minutos a 100 graus para depois triturar e pôr num boião de preferência de vidro e que feche bem. 


Depois a sopa, a base podem fazer  como quiserem e eu invento muito mas juntei a uma batata doce, meio ramo de bróculos, 3 cenouras e 1 cebola (uma sopa muito simples e doce que a Luísa adora). Na bandeja pus um bife de peru em papel de alumínio. Cozinhei a vapor durante 25 minutos e 100 graus. Depois triturei a sopa e já está. 

Tudo pronto para um fim de semana em grande e sem pensar em cozinhar! 

Da melhor maneira que eu sei


Tenho 3 filhos.
A Leonor tem 5 anos. O Zé Maria tem 3 e a Luísa 9 meses.
 Quando fecho os olhos para pensar neles o primeiro sentimento é o de paz. Mas é fácil sentir paz quando já passaram as noites mal dormidas, a incerteza do nosso leite, as cólicas, as dores, o desnorte.
 É fácil sentir essa paz quando as coisas já se acertaram, as rotinas, as horas, os tempos.  A casa.
 Mas os inícios são sempre violentos.
O primeiro filho, deixar a segurança do hospital, chegar a casa, primeiro com um, depois gerir as emoções de ter dois, e depois as mãos que não chegam para os três.
 Às vezes a paz dá lugar ao caos.
Felizmente não é esse caos que nos define nem que me define. Mas é esse caos que faz de mim a mãe que sou.
 Se fosse hoje, teria acreditado que a imperfeição não só faz parte, como nos faz olhar mais para dentro, que a imperfeição não faz mal e que se for feito com amor, então é bem feito.
 Há muita imperfeição na nossa casa. É dela que nos aproveitamos para crescer como pais, e é dela que nos servimos para sermos melhores.
Hoje sei que nem sempre fiz tudo à minha maneira. Por medo, pressão ou por achar que havia sempre quem soubesse mais do que eu.
Hoje sei, que ninguém sabe mais de um bebé do que a sua mãe.  Mesmo quando é uma mãe absolutamente imperfeita.
Baby Dove é uma nova marca de cuidados para bebé que acredita exactamente nisto, que não existem mães perfeitas, apenas mães reais. Uma gama dedicada às mães que falham, que erram, que se perdem e que se voltam a encontrar  na certeza que a melhor forma de cuidar é à sua maneira.

(Post escrito em parceria publicitária com Dove)



3/31/2017

Debaixo da asa

Não saiam daqui.
Não é o lugar mais seguro do mundo mas é aqui que vos vejo, vos amparo, vos protejo.
Não é o lugar onde não se magoam não ficam tristes não se desiludem mas é onde eu vos mimo vos amparo vos amo para que se sintam melhor.
Não saiam daqui para vos ver de perto à lupa,  para vos ver ao longe, livres.
Para vos ver crescer.
Para vos ensinar aquilo em que acredito e que quero que decorem e para vos decorar, a vocês, um a um em cada centímetro.
Cabem aqui, neste gancho, desde o primeiro dia e vão cabendo, todos e todos os dias. Neste espaço que é vosso. 
Tenham paciência comigo por vos querer debaixo da asa e se não souber disfarçar. Se fingir que não me importo quando me surpreendem com a vossa independência apesar desse vosso tamanho minúsculo. 
Estou sempre a dizer-vos para irem. Quero-vos a voar mais alto do que eu. Salta! Tem coragem! Sem vergonha! Vai em frente! Não tenhas medo! És capaz! És forte! És inteligente! És bom...
E são, e vão, e saltam. E eu, quando não vos tenho debaixo da asa toda eu sou angústia e orgulho e sei que assim será sempre como ainda hoje os meus pais me sentem. A ver ao longe, a esperar o melhor, a querer que já fora da asa voem sozinhos e que nunca mas nunca se magoem. 
E quando se magoarem, estarei aqui, de braços abertos e prontos para o meu abraço.

3/20/2017

Família

Já não me lembro de ter "só" dois filhos e um parece que foi noutra vida. Quando um deles não está todos estranham mesmo que seja por (muito) pouco tempo. E isso é tão bom. #atéamanhã #thankgodforboba

3/18/2017

Uma hora sozinha

Quem está em casa com os filhos não descansa nunca a cabeça da casa, das arrumações, dos próprios  filhos. Quem trabalha todo o dia mais ainda. Tem dois trabalhos.
Arranjar tempo para sermos só nós parece não ter tanta importância assim. Mas tem.
Hoje vou estar uma hora sozinha. E vou aproveitá-la bem. Porque não me faz só bem a mim e disso tenho a certeza.

3/16/2017

Vou ser pai


Na realidade, tudo começa com um “vais ser pai”.
Ao contrario das mães, nós pais não sabemos. Dizem-nos.
Recebi a notícia, da Leonor, do Zé Maria e da Luísa com surpresa, apreensão, alívio e orgulho. Todos com imensa alegria.

Em todas as vezes que a MariAna me disse que estava grávida soube que ia ser pai, já era pai. Mas a realidade só se instala uns tempos depois.

Senti-me sempre atrasado umas semanas (às vezes meses) em relação à MariAna, talvez por não ter a barriga a relembrar-me, a mentalizar-me, a transformar-me.  Esse atraso trazia uma culpa mal disfarçada, como se durante a gravidez fosse um pai de segunda e a MariAna uma mãe de primeira.

Felizmente tive uns empurrões que me faziam recuperar o atraso. Ouvir o coração pela primeira vez, em alta voz, é o melhor reality check de todos. Sinto sempre que eles me estavam a dizer quase só para mim: “estou vivo”.
Ainda assim, descontando os empurrões, o meu papel na gravidez não é ser pai, é ser marido. Minimizar os efeitos secundários, como ouvinte, farmacêutico, massagista, amante e amador.

Seria de esperar que o nascimento fosse o derradeiro empurrão. Mas não é. Ou para mim não foi.
Foi magnífico, não há outra sensação que supere a primeira vez que temos os nossos filhos no colo, com juras de amor desnecessárias e promessas de superação quase utópicas. Mas também aqui fui uma personagem secundária. O mérito foi todo da MariAna, eu “só” estava a segurar-lhe a mão, absolutamente comovido pela sua força e determinação - aconteça o que acontecer sei que nunca me vou esquecer dos olhos dela marejados de amor.

9 meses depois era pai mas ainda não me sentia verdadeiramente pai.
Então para quando a epifania? Queria deixar de me sentir culpado por não sentir aquela simbiose perfeita entre mãe e recém-nascido, em que se reconhecem mutuamente os cheiros, os sons e os humores. Sentia-me quase a mais. Não podia dar de mamar, não reconhecia os esgares nem sabia os truques para os adormecer. Mais uma vez tive que ser mais marido, mas em modo pit stop da fórmula 1. Mudava a fralda para a devolver, dava banho para a devolver, vestia-a (invariavelmente mal) e devolvia-a, vigiava-a enquanto as duas dormiam. Pouco mais.

Depois veio o primeiro reconhecimento, a primeira vez que acalmou com a minha voz, a primeira vez que adormeceu ao meu colo. O primeiro sorriso.

E com isso veio o orgulho de estar a fazer qualquer coisa bem.
Sem saber ler nem escrever os meus filhos fizeram de mim pai. Deixei de ser um suplente utilizado. Passou a ser com a minha música que adormeciam, que dobravam o riso, que comiam a sopa toda. Depois de tantas noites mal dormidas e turnos duplos (no trabalho e em casa) fui promovido a pai a tempo inteiro.

É justo que assim seja. As mães suportam enjoos, insónias, barriga, maminhas e pés inchados, parto, amamentações e alterações hormonais. Antes de nascerem já lhes devem tudo. Nós temos que fazer por merecer a paternidade.
Ser pai não foi uma epifania, não foi um momento definido no tempo e espaço, mas sem saber como, de repente o amor foi tão absurdo que me ultrapassou.

Começou atrasado, admito, mas rapidamente me ultrapassou.

E pretendo passar o resto da vida a tentar apanhá-lo, a tentar ser o pai refletido no amor que sinto pelos meus filhos.







A festa do Zé Maria

O Zé Maria nasceu exactamente às 40 semanas.
Não tenho palavras para descrever o parto dele. E deve ser absolutamente impossível nos anos dos nossos filhos não nos lembrarmos do dia em que nascem.

Era enorme. Comprido. Loiro. Chorou tão pouco.
Assim que veio para o meu colo calou-se e não me lembro de quando voltou a chorar nas horas seguintes.
Depois do recobro fomos os dois na cama com rodas até ao nosso quarto e o meu orgulho era patético. 

Orgulho em mim. Orgulho nele.
Estivemos num namoro mágico durante dois dias.
Eu não tinha dores eu não tinha medo eu só tinha amor e um bebé absolutamente incrível. (E muitas saudades da Leonor é verdade)
O Zé Maria veio ao mundo logo a dar-me lições. Que não só é possível como é incrível amar um segundo filho. Por ele soube que com o terceiro iria ser exactamente igual. Que não há preferências e nem sequer afinidades. 

Metade da sua vida passou comigo em casa. Feliz..Sempre feliz a explorar a cair a tropeçar a partir os dentes (10 meses) a falar muito e a rir ainda mais.
E de repente que não foi nada de repente porque vi e vejo cada fio do seu cabelo crescer, o Zé Maria fez 3 anos. 

Acordou espantado com a ideia e em choque por já não ter dois anos.
Aproveitou o seu dia ao máximo. Cantou os parabéns na escola e passou a tarde no jardim.
No sábado fizemos a sua festa com 2 amigos da escola (adorei!) e família e ele amou. Tinha pedido uma festa do Batman e foi exactamente isso que teve.
Gosto de ser eu a fazer as festas dos meus filhos confesso, mas tanto a da Leonor em Julho (Luísa com 1 mês) como agora a do Zé Maria foram feitas com empresas que percebem muito mais disto do que eu e me retiraram muito trabalho ao dia. 
A Momentos Únicos é mais do que uma empresa que organiza eventos, e é bom quando as pessoas fazem as empresas. Foi o que aconteceu com a Catarina, empatia uma com a outra, muitas conversas de cá para lá e de lá para cá e o resultado foi uma festa cheia de cor e coisas boas. 
Muita atenção aos detalhes e a pensar nos miúdos que no fundo são quem goza mais estes dias. Brigadeiros, bolachas, pipocas, gelatinas, marshmallows. 
Eu fiz as sandwiches, cenouras e pepinos e uns dips para não estragar a minha dieta. E foram um sucesso também, modéstia à parte.
E como as pessoas boas se rodeiam de pessoas igualmente boas, a Momentos Únicos trouxe consigo a Party Bites que tem loiças espectaculares como os pratos altos, os copos e também os saquinhos para as lembranças.
As bolachas com o desenho do Batman vieram do Açucar de Mil Cores e fizeram as delícias dos miúdos. 
O bolo, pedi a uma amiga, que fez o bolo da Leonor quando ela fez um ano e ficou espectacular. Ele ficou doido. E o bolo estava óptimo! 
Só posso agradecer por este dia, que me comove sempre, por ter corrido tudo tão bem, com casa cheia de família e de amigos de quem já tinha tantas saudades. 

Ao Zé Maria desejo o que uma mãe deseja sempre para um filho. Saúde, bondade e alegria. O resto vem. 
Adoro-te daqui até à Lua meu Zé. 


Saquinhos com marshmallows da Party & Bite

Bolachas da Açúcar de Mil Cores




Coisas mais queridas. 


Sigam a Momentos Únicos aqui. Vão adorar, como eu!

3/14/2017

O que fariam hoje se começassem de novo?

À medida que vou tendo filhos vou aprendendo. E ainda bem. Olhando para trás sinto que fui ignorante em relação a muitas coisas.
Dei suplemento à Leonor com 17 dias porque à minha volta todos me diziam que tinha fome. Ao Zé Maria deixei de dar de mamar no dia em que ele começou a comer. Por ignorância, porque achei que estava na hora e não houve um  processo, foi literalmente de um dia para o outro. Com a Luísa estou a redimir-me e embora ache que os filhos crescem bem seja de que forma for, tenho objectivos pessoais com eles e no que diz respeito aos seus tempos. O tempo de mamar, o tempo de experimentar, o tempo de comer açúcar, chocolate e outras coisas boas...
Com as frutas é exatamente a mesma coisa. Cada uma a seu tempo. Mas o que é inevitável é que um dia entrem cá em casa as “Frutas bebé”. É assim que eles chamam às tacinhas e às saquetas da Blédina que há sempre e desde sempre cá em casa. A Luísa ainda não experimentou apesar de já poder mas não deve tardar muito.
Confio na qualidade desta marca, que do campo para a mesa oferece produtos sem corantes nem conservantes1 e sem complicações. 100% fruta.
É importante para mim ser prática e ao mesmo tempo oferecer coisas boas aos meus filhos. Nem sempre dá para levar e descascar fruta ou mesmo que dê... eles adoram e é um produto em que se pode confiar. Tanto as frutas como as refeições.
Visitem o site - www.bledina.pt - que me surpreendeu muito pela informação tão detalhada e amiga dos nossos bebés.

Post feito em parceria com a Bledina.


3/02/2017

A primeira receita - Lulas com molho de mostarda

Já fiz inúmeras experiências na Yämmi  e estou completamente fã. E se é verdade que é simples, rápido e eficaz também é verdade que a uso entre banhos e pijamas e nos intervalos das rotinas diárias.
Tirar fotografias é mais complicado mas assim que fizer dela parte da rotina vai tornar-se mais fácil.
Resolvi fazer lulas e arroz para começar e correu muito bem.
Muito simples e está pronto em cerca de 35 minutos o que me parece muito bom tendo em conta o prato. Os meus filhos são um bocado esquisitos mas gostam de lulas por isso resolvi experimentar e foi um sucesso.





Esqueci-me de comprar alho mas usem do "verdadeiro"!



Não tinha formas de alumínio
por isso o que fiz foi pôr o arroz numa panela pequenina
na bandeja e ficou maravilhoso.


Se tiverem sugestões ou receitas que gostasse que fizesse digam! 
E espero que gostem! 
Receita no livro: página 267
Receita no site aqui.


Post escrito em parceria publicitária com a Yämmi