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Apresentados

episódio 2 - no corredor

Atravessou o corredor a medo. Era isso ou acordar novamente a irmã. O corredor era tão escuro que lhe parecia impossível a uma criança. As tábuas faziam-se notar a cada passo e ela preferia atravessá-lo em pressa do que se demorar por ali. Deviam ser uns 4 metros que lhe pareciam 12. Respirava fundo e ia de olhos fechados como se isso a protegesse do medo. O medo era de nada. Só do escuro, do desconhecido, do caminho, de não saber o que estava do outro lado.  Mesmo já tendo passado ali com a luz do sol. Quando chegava era bom e era mau porque era obrigatório voltar. Já sabia que nada se passava e que era só um caminho e mesmo assim voava para chegar o mais depressa possível. No dia a seguir era igual. Todos os dias.O mesmo corredor escuro. Todos os dias a luz da manhã a fazer esquecer a noite. As manhãs serviam para lhe descansar a alma e se rir de si mesma. Tinha a certeza que à noite não haveria medos porque estava tudo ali, tudo o que era para existir, tudo o que fazia realmente par

O fim de semana

Acho sempre que é bom sinal quando chego ao Domingo completamente exausta. É sinal que aproveitámos os dois dias sem escola nem trabalho como deve ser.
Jantámos fora, fomos a festas de anos,  à piscina de uma querida tia que nos emprestou a melhor alternativa à confusão da praia, brincámos,  vimos filmes e desarrumou-se muito a casa, como é suposto.
Pena só a tosse que os atacou e não os deixa dormir e recuperar energias como deve ser. Nem a eles nem a mim.
Que a semana passe rápido! E a tosse também.

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